Padre Átila

Missão Continental na Praça Seca: como iremos vivê-la?


Já estamos chegando ao final do ano e claro, a gente sempre diz: “Nossa, como passou rápido!” Mas é verdade essa impressão que temos, parece mesmo que o tempo foi mais curto, que os dias não tiveram vinte e quatro horas e que os meses não foram doze. Enfim, acho que o mais importante é perguntarnos: “Como usei o meu tempo, esse ano, esses meses?” Melhor ainda: “Como vivi?”

Já estamos chegando ao final do ano e claro, a gente sempre diz: “Nossa, como passou rápido!” Mas é verdade essa impressão que temos, parece mesmo que o tempo foi mais curto, que os dias não tiveram vinte e quatro horas e que os meses não foram doze. Enfim, acho que o mais importante é perguntarnos: “Como usei o meu tempo, esse ano, esses meses?” Melhor ainda: “Como vivi?”
Essas perguntas valem para todos os aspectos da vida: familiar, profissional, social, ou seja, como vivi na minha família, no meu ambiente de trabalho, como me relacionei com as pessoas, com os amigos, vizinhos, na rua.
E na Igreja, na minha pastoral, no meu grupo ou movimento, na Comunidade? E aí, nesse último ponto, gostaria que refletíssemos: Em que aspecto crescemos? No nosso serviço pastoral e de participação na Igreja, o que aconteceu de novo? Vale lembrar aqui o ambiente que estamos vivendo tanto na Igreja do Brasil quanto na nossa Arquidiocese, ou seja, uma vivência de uma Igreja que precisa estar em constante e permanente estado de missão. No mês de outubro passado, a Arquidiocese iniciou oficialmente a chamada “Missão Continental” proposta pelo Documento de Aparecida.
Nossa Arquidiocese pede e anima a que todos os católicos se sintam discípulos missionários de Jesus Cristo. Um bom início para isso é já começarmos a organizar a Novena de Natal. Convide seus vizinhos para formar um grupo. Não convide só os da Igreja, convide também e principalmente quem está meio afastado. Outro dia, conversando com um padre, ele me contou uma experiência de uma pessoa que morava num prédio e organizou uma novena de Natal com praticamente todos os moradores daquele prédio e ainda no final da novena organizaram um teatrinho com as crianças e uma confraternização. Depois fiquei pensando... seria tão bom se isso também acontecesse em nossa Paróquia.
Se em cada vila, condomínio, prédio, rua se organizasse a celebração do Natal através da Novena.
Vamos tornar isso realidade!

 
Pe. Átila mSC