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É
um acontecimento importante, pois participando dele nos interessamos
pelas coisas públicas
que nos afetam diretamente. São questões que nos tiram
do nível do
privado e nos insere no coletivo, no comunitário, no público.
E
por falar nisso, também este ano, no segundo semestre, seremos
convocados para outra eleição. Desta vez, uma eleição
para cargos políticos,
no caso, vereadores e prefeito de nossa cidade. Esta eleição
não é facultativa, ou seja, vota quem quer, ela é
obrigatória.
Penso
que podemos passar da obrigação para a participação
consciente. Aliás,
essa participação para a melhoria do bem comum, melhoria
das coisas que sãopúblicas, que são para o
bem de todos, é a missão do cristão. Sobre
isso nos fala um documento do Papa João Paulo II.
Ele
diz: “Para animar cristamente a ordem temporal, no sentido
que se disse de servir a pessoa e a sociedade, os fiéis não
podem absolutamente abdicar da participação na política,
ou seja, da múltipla e variada ação econômica,
social, legislativa, administrativa e cultural, destinada a promover
orgânica e institucionalmente o bem comum.” (Christifideles
Laici, nº 42)
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e promover o bem comum. É a mais simples maneira de se definir
o que é a participação dos cristãos
leigos na política. Nesse sentido, é tarefa principal
na vida do cristão, ou seja, trabalhar para que todos tenham
oportunidades, na sociedade, de viver bem, de ter uma vida digna
com casa, comida, trabalho, educação, saúde,
lazer, liberdade, paz etc...
Participar
na busca do bem comum faz parte da essência da vocação
de
todos os cristãos leigos.
Podemos
começar esse exercício de busca de nossa cidadania
com essa
eleição para o Conselho Tutelar e depois com a nossa
atenção na escolha
dos nossos candidatos para a próxima eleição,
em outubro deste ano.
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