| Diácono
Caseira |
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O MESTRE INESQUECÍVEL:
O VENDEDOR DE SONHOS
Somos
a única geração de toda a história
que conseguiu destruir a capacidade de sonhar e de questionar
dos jovens. Eles são agressivos, mas sua rebeldia não
é contra as “drogas” sociais que construímos,
mas porque querem ingeri-las em doses cada vez maiores.
Eles
não se rebelam contra o veneno do consumismo,
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a paranoia da estética e a loucura do prazer imediato
produzidos pelos meios de comunicação, eles amam
esse veneno. O futuro é pouco importante, o que importa
é viver intensamente o hoje. Eles perderam o encanto pela
vida, pois têm assistido perplexos a seus colegas se suicidando,
se drogando, desenvolvendo transtornos psíquicos.
A
emoção torna-se instável e ansiosa, gerando
um mecanismo que se parece com a dependência psicológica
das drogas. A felicidade se torna uma miragem para eles. Os pais
e professores deveriam ser vendedores de sonhos e plantar as mais
belas sementes em seu interior, para fazê-los intelectualmente
livres e emocionalmente brilhantes. Jesus Cristo tem muito a nos
ensinar nesse sentido. A vida sem sonhos é como um céu
sem estrelas, uma manhã sem orvalho, seca e árida.
Jesus foi o maior vendedor de sonhos de que já se teve
notícia.
As
pessoas que o ouviam ficavam perplexas, pois Ele vendia o sonho
da liberdade. Nada é mais livre do que o amor. Quem não
ama vive no cárcere da emoção. Viver é
um acontecimento inexplicável. Jesus amava tanto a vida
que discorria sobre um sonho que até hoje abala os alicerces
da medicina; o sonho da transcendência da morte, o sonho
da eternidade. Ele conseguiu resgatar sua vida e identidade, superar
aquilo que para a medicina é uma miragem. Não foram
seus milagres que mudaram a história da humanidade. Foram
seus sonhos.
Jesus
Cristo tem feito bilhões de pessoas sonhar ao longo dos
séculos. Sob o toque dos seus sonhos, mesmo os que não
passaram por agitação e desordem, encontraram algo
tão procurado e tão difícil de ser encontrado:
o sentido da vida...
(Síntese do cap.4 do livro “O
Mestre Inesquecível”
– Augusto Cury – Academia da Inteligência)
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