Diácono Caseira


O MESTRE INESQUECÍVEL:

O CORAÇÃO DOS DISCÍPULOS: OS SOLOS DA ALMA HUMANA

Envolvidos pelos sonhos de Jesus, seus discípulos tiveram a coragem de segui-lo e deixar o futuro que haviam traçado para trás. Pensaram que seguiriam alguém que exercitasse sua força para que o mundo se dobrasse aos seus pés.
Mas ficaram pasmados com suas palavras, que penetravam todo seu ser.

Ele revelava um poder descomunal e tudo que fazia quebrava os paradigmas e os conceitos da vida.
Ele discursava sobre a eternidade, parecia tão superior aos homens, mas tinha coragem de se dobrar aos pés das pessoas simples.
Jesus era um homem econômico nas palavras. Ela tinha uma grande ambição: transformar os seus discípulos em tochas vivas que pudessem incendiar o mundo com seus projetos e sonhos. Ele era um grande contador de história.
Certa vez Ele contou uma parábola belíssima: a parábola do semeador. Nessa história Ele não usou os parâmetros dos erros, acertos ou fracassos para nos classificar.
Ele classificou o coração emocional e intelectual do ser humano pela sua receptividade, desprendimento e disposição para aprender.
Seu desejo não era produzir pessoas que reagissem como robôs. Ele plantava sementes nos solos da memória dos seus seguidores, transformando suas personalidades sua visão sobre educação e transformação da personalidade foi proferida há vinte séculos, mas atualíssima, capaz de chocar a educação moderna.
Durante trinta anos Jesus pesquisou silenciosamente o processo da transformação da personalidade. Sabia que com as pessoas que mais amamos, perdemos facilmente a paciência... Ao invés de nos acusar, Ele nos estimula a pensar. Ninguém sonhou mudar tanto o mundo como Ele. Mas Ele não usou de qualquer tipo de violência ou pressão par isso. Ele sabia que a mudança só seria real se Ele mudasse a ecologia da alma e do espírito humano.
Os quatros tipos de solo que Ele descreveu em sua parábola representam quatro tipos de personalidades distintas ou quatro estágios da mesma personalidade.

(Síntese do cap.5 (parte) do “Mestre Inesquecível”
Augusto Cury. Academia de Inteligência.)
Continua na próxima edição

 

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